OBS: Não escreverei mais nada este mês, de forma a que este post esteja o maior tempo possível visivel.
Caros Visitantes , Deixo já claro que não tenho aspirações de me tornar um "Opinion Maker", mas tão somente desabafar convosco os meus Pensamentos e pedir a vossa Colaboração na critica dessas mesmas Ideias. Agradeço que usem Bom-Senso nos comentários efectuados e lembrem-se que não estou aqui para ofender nem ferir susceptibilidades com as minhas ideias. Um ABRAÇO a todos os que por aqui passam !!!
OBS: Não escreverei mais nada este mês, de forma a que este post esteja o maior tempo possível visivel.
Chegou a vez de postar uma das minhas canções preferidas de sempre.
É bastante antiga, mas não me canso de a ouvir.
Talvez seja saudosista para alguns, talvez desconhecida para outros; mas é uma canção que me traz alegres lembranças de um passado já um pouco longínquo...
É a balada "Jenny" de Falco.
PS: Aproveito para informar-vos que vou uns dias de férias...
Até Breve!!!
Hoje trago uma balada que gosto bastante de ouvir e a ouço bastantes vezes quando conduzo.
É a balada "Forever" dos Stratovarius.
Para meditar...
Se és fã ou tens uma PS3, não deixes de o visitar! PS: Eu irei lá debitar umas linhas também, por isso podem-me visitar AQUI!
PS: Este texto foi publicado no blog 2711 onde também participo e terá o label "2711" aqui nas tags.
“Tarde de chuva”....
Triste tempo chuvoso que teima em não passar.
A tempestade está forte e não dá mostras de amainar.
O frio percorre o meu corpo e arrefece a minha alma.
Persiste em mim uma vontade de algo fazer.
Encosto-me à soleira da porta e observo as pessoas na rua a passar;
Com um passo apressado lá vão elas na sua vida.
Volto para dentro e recosto-me no sofá a olhar para o teto, na esperança que a tempestade finde e me permita sair.
Mas nem no sofá estou bem.
Sinto-me acelerado por dentro e uma ansiedade enorme queima o meu peito.
Preciso de respirar. Preciso de sair;
E a tempestade bruscamente aumentou quase em paralelo com o meu sufoco.
Mas apesar da borrasca, tenho de sair...
A chuva que cai, molha-me a face.
Goteja sem parar. E de um momento para o outro desato a correr.
Estou encharcado até à alma.
Sinto o frio das gotas a acalmarem esta fúria em que me encontro.
Paro finalmente para respirar.
Inspiro o ar frio de um fim de tarde invernoso.
Dou por mim de joelhos e no meio da estrada.
Estou completamente estarrecido.
Esta permanente luta interna em que me encontro, consome a totalidade das minhas energias.
Neste momento o melhor que tenho a fazer é tomar um duche quente e deitar-me. Adormecer num sono profundo, tão profundo que quando acordar me sinta RENASCIDO...
Hoje é a vez dos Rammstein nos visitarem com a música "Ohne Dich".
Apesar de serem uma banda mais "barulhenta", também sabem fazer ( e bem) umas baladas bem à maneira...
Só mesmo em Portugal, é que existem inocentes, arguidos e culpados...
Hoje recebemos a visita de Ozzy Osbourne com a canção " Mr. Crowley" dedicada a esse grande vulto das ciencias esótericas, Aleister Crowley.
Sim esse mesmo. O tal que teve um duelo com Fernando Pessoa na Boca do Inferno em Cascais e que desapareceu no nevoeiro...
Esta é mais uma das canções que me acompanham no carro...
Às vezes penso que não acompanharam a evolução dos tempos...
Hoje trago a este palco a banda de um Amigo e colega meu de trabalho, o Luis Piedade.
A banda de que ele faz parte e é o baixista de serviço são os Albert Fish, uma banda de punk-rock já com alguma notoriedade no nosso país.
Por isso aqui fica o meu contributo para a sua divulgação fora dos circuitos habituais.
E assim, aqui fica a canção "Sindelar" para partirem o coco...
O Fernando, administrador do Blog "incoerências" teve a gentileza de me distinguir com o Prémio "Dardos".
O que agradeço!
Como é hábito meu, irei fazer a batota do costume e não seguirei a corrente.
O AMOR
O Amor tal como a Vida, é apenas um conjunto de encontros e desencontros, paixões, afinidades, traições e ódios, felicidades e infelicidades.
Ações e pensamentos esses que nos fazem ser aquilo que hoje somos, em relação aos nossos ideais bem como nas atitudes que tomamos em determinados momentos da nossa vida. Atitudes que nem sempre são coerentes com a nossa forma de estar mas que a maioria das vezes teem de ser tomadas para não corrermos o risco de ficarmos para trás na nossa evolução como pessoas, podendo esse crescimento não ser feito da melhor forma que seria o ideal e sendo apenas o espelhar de outras tantas situações que nos moldaram até chegarmos ao que somos de neste momento, pois a Vida e o Amor são uma constante escalada de aprendizagem e conhecimento onde nada nem ninguém pode afirmar que tudo sabe, pois ao cairmos na tentação de afirmarmos que tudo sabemos, só demonstramos ainda mais a nossa ignorância e incapacidade de aprender e de evoluir.
O amor pode ser encarado também como uma forma de estar, sendo assim, quem vive desta forma, vive numa (aparente) felicidade, pois apesar de se estar feliz, o mundo não pára de girar. E se não evoluirmos nesse e com esse sentimento estamos sujeitos a ficar ultrapassados, pois estamos constantemente em prova absoluta desse nosso amor, bem como na mira de eventuais “aproveitadores de situação” que mais nada querem senão tomar o que é “nosso” porque nos invejam, porque apesar de ninguém ser dono de nada, ao sentirmo-nos ligados a algo, inconscientemente o tomamos como adquirido sem que ninguém tenha ou possa alcançar essa fonte de “prazer”.
O que é o Amor afinal ?!
Senão a fonte de um prazer imensurável, e um sentimento que nos percorre e entorpece o corpo, pois quem ama e se sente amado, vive numa constante alienação porque mais nada vê senão a fonte desse amor, ficando inebriado e cego quando se é correspondido por tal sentimento, porque somente esse alguém nos parece importar e o resto das coisas são de importância menor. E desta maneira corremos riscos que em outras situações ou alturas não correríamos e ficamos sujeitos a cometer erros de avaliação e atitudes insanas e a cair em tentações que tantas das vezes nos são prejudiciais. Mas mais nada importa, pois estaremos em busca desse sentimento viciante ( porque o amor actua como uma droga ao elevar-nos os nossos níveis de dopamina e ao produzir endorfinas que se encarregam de nos dar essa sensação de bem-estar que nos vicia e tolda a mente e o espírito); que queremos e desejamos que não acabe nunca, pois mesmo que nos adormeça para a realidade aguça-nos “outros “sentidos e dá-nos novas perspectivas sobre a vida. Ao estarmos felizes queremos que a nossa cara-metade se encontre feliz também, e para tal, temos de criar condições para que seja possíveis a manutenção e estabilidade dessa felicidade; pois só a custo de recuos e avanços pode progredir uma relação que tenha como base um futuro e uma vida em comum, pois se não for com estas perspectivas o que sentimos não é amor, mas sim paixão; E esta sim é uma das maiores “dores de cabeça” do ser humano, pois cria-nos fantasias do que será a vida, mas que na realidade não passam apenas dos nossos desejos reflectidos em alguém e que com o passar do tempo esses desejos e anseios acabam por desvanecer porque a paixão é um sentimento irreal e temporal, coisa que o amor não é!
Através da paixão pode-se atingir o amor, mas o caminho inverso é quase impossível, pois a chama doce e calma do amor é diferente da chama quente e violenta da paixão e só com paciencia e disponibilidade se conseguem fundir. Pois o amor é sentido de uma forma real e é intemporal na nossa mente e nas experiências vindouras, sendo que a cada nova relação ou conquista se compare (in)conscientemente todas as experiências anteriores, o que geralmente acaba por ser um erro tremendo pois essa comparação pode influir negativamente na relação que se tenha de momento; porque apesar de ser possível evitar erros passados, todas as pessoas são diferentes e temos de olhar para cada uma das situações como novas situações, porque só desta forma podemos evoluir e fazer evoluir o nosso amor.
Nunca e de modo algum poderemos por a outra pessoa num patamar acima de nós, o que acontece a grande maioria das vezes, para que não se passem situações de abusos e de intolerâncias, porque que pensa que ocupa um lugar cimeiro ou de destaque, muitas das vezes é inobservante em relação aos sentimentos da outra pessoa e pensa que de tudo pode, o que não se enquadra com a verdadeira filosofia do amor, onde impera um clima de respeito mutuo e de confiança plena, para além das demais responsabilidades e “obrigações” a que estamos sujeitos ao assumirmos uma relação. Porque quando assumimos uma relação é porque já passamos a fase da descoberta e que gostámos do que vimos e que nos sentimos preparados para algo mais forte, consistente e importante e acima de tudo perspectivamos um futuro com essa pessoa; caso contrário mais vale andar a saltitar de paixão em paixão, porque apesar de não nos preencher, sempre vamos aprendendo algo com isso (para além de passarmos uns tempos agradáveis) até que o amor apareça e encontrarmos a/o “the one and only” que nos consiga “reformar” das aventuras e desventuras da vida.
E aqui ficou um desabafo sobre o amor...
De fato, alguém já anda em pré-campanha...