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domingo, 13 de abril de 2008

AFINAL PARECE QUE ANDÁMOS A ASSOPRAR NOS “BALÕES” ERRADOS...

Não, não é uma anedota nem um post homofóbico, mas antes o que se está a passar na realidade.
Os aparelhos de medição e teste do consumo de alcool que a polícia tem, não se encontram legais; porque parece que alguém se esqueceu de os homologar.
O que abre mais uma forma de se contestar as multas por excesso de alcool ocorridas nos últimos sete meses.

Se calhar o trabalho que essa pessoa tinha era tanto, que se “esqueceu” do resto...

terça-feira, 6 de novembro de 2007

OS FAMIGERADOS DÍSTICOS...

Ultimamente tem-se debatido na opinião pública, media e blogosfera os famigerados dísticos para condutores que conduzam em vias públicas. E com a mediatização dos acidentes rodoviários e de peões que têm acontecido por estes dias, o assunto dos dísticos vem “mais ao de cima”.
Não será esta mediatização destes casos uma “subliminarização” para a aceitação da utilização destes dísticos?!

Penso que sim!

Mas, não serão estes dísticos uma forma de violentar que os usa?
Não marginalizará os condutores que tenham as cores “vermelha” e “amarela” aposta nos seus veículos?
Não pesará esse facto, na argumentação em casos de litígio devido à ocorrência de acidentes, e que isso pesará contra quem tenha um dístico “mais escuro”?
Não concordo portanto com tais dísticos, pois os mesmos não diminuirão a quantidade de acidentes nem melhorará a conduta dos condutores.
Deveriam antes, existir condições para que os acidentes não acontecessem, por meio de estradas melhoradas, com acções formativas para os condutores e acima de tudo que se premiasse quem conduz “bem”. Através de cartões de desconto ( como querem passar a ideia nos dísticos) ou por outros meios quaisquer que beneficiassem os “melhores” condutores e não penalizando que conduz “menos bem” ou que teve “mais azar” que os outros.

Não é correcto nem de bom tom, num estado de direito como se afirma o nosso.

Mal parecia agora o Estado inventar mais um “ismo” a juntar ao xenofob(ismo), naz(ismo) e ao rac(ismo)...

domingo, 2 de setembro de 2007

RADARES EM LISBOA (II)...

aqui vos tinha falado deste grave problema que afecta os condutores na cidade de Lisboa.
Informei-vos que existe uma Petição na internet para ser debatida essa questão.
Agora venho publicitar-vos o BLOG criado para esta temática tão cara a todos os condutores, a Velocidade no interior das cidades.
Porque todos temos de debater os problemas que nos afectam...

terça-feira, 31 de julho de 2007

PETIÇÃO...

Fica aqui o endereço de uma petição sobre a alteração do limite das velocidades dos veículos motorizados em Lisboa.:

Texto da PETIÇÃO:

Lisboa - Pela conversão do limite dos 50 km/h em 80 km/h
Os radares instalados pela Câmara Municipal de Lisboa, que impõem limites de 50 quilómetros à hora em locais como, por exemplo, a Av. Infante D. Henrique, a Av. de Ceuta, a Av. Marechal Gomes da Costa e a Av. Gago Coutinho são uma verdadeira aberração. Quem os decidiu não deve, não pode, ter a noção do que significa na prática uma tal velocidade.
Como não é possível impor a todos os automóveis um limite de zero quilómetros à hora, por forma a evitar todos os acidentes, temos que encontrar um equilíbrio razoável entre a velocidade e os riscos.
Esse equilíbrio não é, certamente, 50 km/hora. Dá sono, propicia distracções, provoca travagens bruscas e emperra visivelmente a circulação.
Em Lisboa, o limite de 50 km/h foi imposto precisamente nos locais onde, pelas características da rodovia, os lisboetas podiam, depois de muitos engarrafamentos, andar um pouco mais depressa sem correr grandes riscos.
Os jornais informaram que são mais de 2.500 as infracções detectadas pelos radares todos os dias em Lisboa; ao fim de uma semana detectaram cerca de 17.800 condutores em excesso de velocidade e produziram, desta forma, um milhão de euros de receitas dos quais 320 mil terão como destino os cofres da câmara.
Nem os lisboetas são todos irresponsáveis como os números poderiam indiciar nem as dificuldades financeiras de Lisboa justificam tal campanha de caça à multa.
Há portanto que corrigir esta absurda prepotência desencadeada pela vereação recentemente substituída.
Vimos por este meio exigir ao recém eleito Presidente da Câmara de Lisboa, Doutor António Costa, que tome as medidas necessárias para converter o actual limite dos 50 km/h para os 80 km/h em todos aqueles troços que, como os indicados neste texto, sejam do tipo "via rápida", com quatro faixas de rodagem e baixa frequência de atravessamentos.
PARTICIPEM!!!

sexta-feira, 9 de março de 2007

QUER PAGAR A MULTA? DIRIJA-SE AO MULTIBANCO MAIS PRÓXIMO, E A PÉ DE PREFERÊNCIA...

O que deverá fazer um Condutor que depois de ter sido apanhado a transgredir as regras do Código da Estrada pela Brigada de Trânsito, e quiser pagar a coima respectiva, não em numerário, mas por pagamento electrónico (Multibanco) e o Terminal de P.O.S. não funcionar? Estaremos perante um Impasse?! Não! Tem três soluções. A mais fácil é ter o valor da coima em numerário e fazer o respectivo pagamento. A segunda é não pagar e seguir a sua vida sem os documentos respectivos ou sem a viatura, mas esta talvez não seja a pior. E digo pior porque terá então de se dirigir ao Multibanco mais próximo. Lógico não?! Pois o problema só começará na realidade, é se esta situação se passar fora das localidades e em regiões onde a “tecnologia” ainda chegou, pois em estradas rurais, municipais e em A.Es (NESTE CASO SÓ EM ESTAÇÕES DE SERVIÇO! E se o terminal também funcionar) não terão os Condutores acesso a nenhum Multibanco para levantar o respectivo montante da coima. E o que fazer, perguntarão os condutores? Têm de se desenrascar e fazer á estrada! Mas mais a sério; o que deveria acontecer realmente aos condutores que queiram fazer o pagamento efectivo da coima por multibanco e somente no caso em que o terminal da B.T. estivesse fora-de-serviço por qualquer motivo, os condutores deveriam seguir o seu caminho, depois de levantado o auto respectivo, com os seus documentos e a sua viatura, levando consigo a notificação de pagar a multa no prazo legal respectivo. E isto tudo porque o problema foi causado por um funcionamento deficiente dos equipamentos da B.T.,SEM CULPA DO CIDADÃO! Esta é para mim a solução mais simples e correcta que se possa tomar, pois não causaria transtorno a ninguém e o condutor também já seria “prejudicado” pelo pagamento da multa.